
Depois de seu regresso ao país ontem, candidato vencedor das eleições presidenciais do dia 29 de Dezembro general Umaro Sissoco Embaló diz estar muito triste com a posição do primeiro Ministro Aristides Gomes e candidato derrotado Domingos Simões Pereira em colocar Guiné-Bissau de refém após anuncio do resultado eleitoral no país. Ainda candidato vencedor das eleições do dia 29 de Dezembro general Umaro Sissoco Embaló informou que vai tomar posse no dia 27 de Fevereiro, sem ou com aceitação do presidente do parlamento da Guiné-Bissau Eng. Cipriano Cassama, vou controlar a situação através do Eng. Nuno Gomes nabiam e Adja Satu Camara, diz Sissoco Embaló no aeroporto internacional Osvaldo Vieira em Bissau.
General Umaro Sissoco Embaló informou que STJ pode tomar qualquer que seja decisão, mas ele vai tomar posse no dia 27 de Fevereiro sem qualquer impedimento,” sei que tem alguns indivíduos que não vão presenciar na minha tomada de posse, e há alguns que não vão usar dinheiro que foram pagos, vou exibir áudios para vocês para que saibam que têm bandidos nesse país diz general Umaro Sissoco Embaló na sua declaração”.
Vou deixar bem claro para primeiro Ministro Aristides Gomes que nenhum embaixador não vai acatar esse seu despacho em nomear Ministra dos Negócios estrangeiros, já conversei como todos os embaixadores para que ninguém acate esse despacho, ai de quem acatar esse despacho! Depois da minha tomada de posse vou ajustar com esse embaixador, enfatizou Embaló.
Embaló que vai representar a Guiné-Bissau na cimeira dos chefes dos estados na Adis Abeba ( Etiópia) que terá lugar nos próximos dias 9 e 10 de Fevereiro em Adis Beba os chefes de estado e do governo da CEDEAO vão se reunir para analisar a situação na Guiné-Bissau.
A CNE deu a vitória ao candidato apoiado Madem G-15, Umaro Sissoco Embaló, com 53,55% de votos, tendo Domingos Simões Pereira, apoiado pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), obtido 46,45% dos votos, o que motivou um recurso ao STJ.
Na quarta-feira, a equipa jurídica de Simões Pereira entrou com um recurso no Supremo pedindo a anulação das eleições, alegando irregularidades no processo e fraude.
Por Lisandra Govedice